Sanjo tem três rótulos premiados no 7º Concurso Internacional de Vinhos do Brasil

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Sanjo tem três rótulos premiados no 7º Concurso Internacional de Vinhos do Brasil

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SanjoA vinícola catarinense Sanjo foi destaque no 7º Concurso Internacional de Vinhos do Brasil, o maior evento do gênero na América Latina, realizado no mês de abril no Hotel & SPA do Vinho, em Bento Gonçalves na Serra Gaúcha.

 

Ao todo foram três rótulos da Sanjo premiados entre as 709 amostras de 18 países inscritas na competição, valorizando o autêntico terroir dos Vinhos de Altitude Catarinense em meio aos representantes de vinícolas de todos os continentes.

 

O espumante Maestrale Rosé Brut 2008 recebeu a medalha de Ouro, enquanto o espumante Nobrese Moscatel e o vinho tinto licoroso Núbio Vivaro foram outorgados com medalhas de Prata, por um júri formado por 66 degustadores de 11 diferentes países.

 

O Maestrale Rosé Brut é um vinho espumante elaborado a partir de um corte de uvas Chardonnay, Merlot e Cabernet Sauvignon, que revela toda a complexidade e sofisticação desenvolvidas ao longo dos 20 meses em que o vinho permaneceu nas caves em contato com as leveduras no interior da garrafa.

 

Já o Nobrese Moscatel é um vinho espumante aromático mais leve e de sabor adocicado. Produzido pelo método Asti, o vinho apresenta um menor teor alcoólico com aromas de frutas como pêssego, pera e maçã, além de florais como jasmim e rosa, agradando especialmente o público feminino.

 

O também premiado Núbio Vivaro é um vinho licoroso doce, produzido com uvas Cabernet Sauvignon passificadas no próprio vinhedo, durante o rigoroso inverno da Serra Catarinense – ideal para servir com aperitivos e sobremesas.

 

O Concurso Internacional de Vinhos do Brasil é promovido pela Associação Brasileira  de Enologia (ABE), sendo o único evento no país chancelado pela Organização Internacional da Uva e do Vinho (OIV) e a União Internacional de Enólogos (UIOE).

 

Fundada em 1993, a Sanjo Cooperativa Agrícola de São Joaquim (SC) é uma das cinco maiores produtoras de maçãs do Brasil. A partir de 2002, a empresa passou a investir na produção de vinhos finos de altitude, utilizando-se dos mesmos processos de qualidade e tecnologia que integram os valores essenciais de sua fruticultura.


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Sanjo: único vinho tinto premiado do Brasil

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sanjo_MCK Assessoria de Imprensa para Agência São Joaquim Online

O Tinto Premiado do Brasil

A vinícola catarinense Sanjo foi novamente premiada no Challenge International du Vin, a maior premiação internacional de vinhos da França, que teve a sua 38a edição realizada entre os dias 04 e 05 de abril nas cidades de Bourg e Blaye

No concurso que reuniu mais de 5 mil amostras de 38 países, o vinho Maestrale Integrus Cabernet Sauvignon 2008 da Sanjo conquistou a medalha de Bronze, sendo o único cabernet sauvigon brasileiro a receber medalhas na competição – enquanto os outros quatro representantes nacionais premiados são vinhos espumantes.

O Maestrale Cabernet Sauvignon é um vinho tinto encorpado que revela com intensidade notas de ameixa, passa, cassis e especiarias finas, além das notas de tostado, cravo e caramelo atribuídas pelo longo amadurecimento nos barris de carvalho.

Com uvas colhidas no valorizado terroir da Serra Catarinense, o Maestrale Cabernet Sauvignon é um vinho fino de altitude com bom potencial de guarda, cuja concentração e potência de sabor combinam com pratos requintados como carnes assadas, cordeiro, carnes de caça com molhos densos e queijos fortes – e deve ser servido em temperatura entre 16 e 18°C.

Fundada em 1993, a Sanjo Cooperativa Agrícola de São Joaquim (SC) é uma das cinco maiores produtoras de maçãs do Brasil. A partir de 2002, a empresa passou a investir na produção de vinhos finos de altitude, utilizando-se dos mesmos processos de qualidade e tecnologia que integram os valores essenciais de sua fruticultura.


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Sanjo participa da Panorama Prowein 2014

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ProWein_0Por MCK Assessoria de Imprensa

Panorama Prowein 2014

A visita de representantes da vinícola Sanjo à Prowein 2014, a maior feira de trade de vinhos, realizada em Dusseldorf na Alemanha, foi muito proveitosa no sentido de situar o perfil da vinícola de São Joaquim (SC) dentro do atual contexto global de produção e apresentação de vinhos.

 
O evento foi organizado em 7 pavilhões, divididos por regiões produtoras, com o estande da Wines of Brasil localizado no espaço destinado ao “novo mundo”, junto a países como Argentina, Chile, Uruguai, África do Sul, Austrália e Nova Zelândia.
O representante da Sanjo no evento, Douglas Nunes Cordova, observa que foi justamente neste pavilhão que encontrou as principais novidades no setor e uma “maior proximidade com a realidade produtiva da Sanjo”, na busca pela diferenciação dos vinhos, tanto no conteúdo quanto na forma de apresentação das embalagens e comunicação.

 
Cordova cita como exemplo as tendências apresentadas por países como Nova Zelândia e África do Sul, que se destacam na produção de “vinhos leves e fáceis de beber e que transmitem fielmente a característica do terroir onde são produzidos” – e oferecidos “embalagens modernas, claras e de fácil manuseio”. Assim, estes vinhos chamam a atenção dos consumidores pela leveza da garrafa, com rótulos de design moderno, utilizando papel de alta qualidade e fechamento com tampa pilfer.

 
Em linhas gerais, Cordova acredita que o Brasil está em sintonia com estas tendências, mas ainda pode aprender bastante com a Nova Zelândia e a África do Sul, países que tem a Europa como principal mercado de exportação de sua produção. Uma importante diferença observada neste países em relação ao estande brasileiro, foi a utilização de muitas imagens das regiões produtoras que poderiam funcionar para atrair ainda mais a atenção do público aos vinhos brasileiros. Ele ressalta ainda que a participação em eventos com este é importante para o vinho brasileiro alcançar mais espaço no mercado europeu.

 
Com relação aos demais expositores, o representante da Sanjo observa que os países do chamado “velho mundo”, liderados por França, Itália e Espanha, mantém as características bem definidas de sua produção vinícola explorando as denominações de origem como o principal diferencial de cada vinho. Nesse contexto, ele destaca ainda os vinhos de Portugal, que, além do já reconhecido vinho do Porto, vem conseguindo um incremento significativo no volume de exportações, graças a um trabalho contínuo de valorização das castas portuguesas cultivadas em regiões específicas, que resultam em vinhos de alta qualidade.

 
Fundada em 1993, a Sanjo Cooperativa Agrícola de São Joaquim (SC) é uma das cinco maiores produtoras de maçãs do Brasil. A partir de 2002, a empresa passou a investir na produção de vinhos finos de altitude, utilizando-se dos mesmos processos de qualidade e tecnologia que integram os valores essenciais de sua fruticultura.