Degustação

A degustação ou análise sensorial deve ser um momento prazeroso. Para tanto, um pequeno roteiro pode lhe ajudar a melhorar apreciar e perceber as virtudes de um bom vinho.
Análise visual

A visão completa a limpidez ou a turbidez, a intensidade e a tonalidade da cor e a fluidez/viscosidade dos vinhos.
No caso dos espumantes, a efervescência é outra importante característica a considerar.

Em relação à cor, analisamos as pigmentações:
Vinho Brancos:

- Amarelo Claro
- Amarelo esverdeado
- Verde Amarelado
- Amarelo  Palha
- Amarelo Dourado
- Dourado
- Âmbar
Vinho Rosados:

- Rosado
- Clarete
- Rosa
- Cereja
- Rosa Alaranjado
- Salmão
Vinho Tintos:

- Violeta
- Púrpura
- Rubi
- Vermelho Alaranjado
- Telha

Em relação a viscosidade, a análise é feita através da formação de “lagrimas”, que são substâncias incolores que escorrem pelas paredes da taça após sua agitação, expressando o grau de viscosidade e alcoólico do vinho. Quanto mais lágrimas, mais viscoso e denso e mais alcoólico é o vinho.
Espumantes:

champanhe-espumanteNos espumantes a efervescência consiste no desprendimento de dióxido de carbono do vinho espumante na forma de borbulha. O conjunto dessas borbulhas chama-se Perlage, e a espuma que se forma na superfície do espumante é a coroa. Observam-se o tamanho número e a persistência dessas borbulhas. Quanto maior for seu tamanho e maior o número e o tempo de desprendimento, melhor será a característica efervescente do espumante.
Análise gustativa

O gosto, juntamente com o olfato, é fundamental para a degustação. Ele se relaciona a detecção de estímulos – causados por substâncias que estão dissolvidos no vinho e na saliva- pelas gemas gustativas, as quais formam asa papilas gustativas, situadas principalmente na superfície da língua e na mucosa do palato, as partes inferiores dos lábios e das bochechas também podem funcionar na percepção de substâncias sápidas doces e ácidas, respectivamente.

Há quatro gostos básicos: doce, ácido, salgado0 e amargo. De uma forma simplificada, pode-se dizer que o doce é percebido na ponta da língua; o ácido, em suas laterais; o salgado, em sue terço anterior; e o amargo, em sua parte posterior.

O gosto relaciona-se às sensações percebidas pelo órgão gustativo – língua, com suas papilas e gemas – quando estimulado por certas substâncias têm de ser sápidas, solúveis na saliva e estar em concentração adequadas para serem percebidas. O sabor diz respeito ao conjunto complexo de sensações olfativas, gustativas e trigeminais percebidas durante a degustação. O sabor pode ser influenciado por impressões táteis, térmicas, álgicas e sinestésicas.

Ao avaliar o gosto de um vinho, considera-se vários fatores que podem estimular os sentidos e que transformam em percepções que são memorizadas e finalmente registradas em fichas específicas. Dentre eles, destacam-se a intensidade, o corpo, a fraqueza, a evolução, a persistência aromática intensa, o equilíbrio, a tipicidade, a qualidade e a apreciação global do vinho. Além disso, considera-se também a adstringência, que é uma percepção tátil.